
Torcida do Batel reunida para assistir a estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2006!!!!!
Moniquinha, concentradíssima para assistir ao Brasil derrotar, por apenas 1 x 0, a Croácia....
Aventuras de um casal carioca na capital paranaense.

Moniquinha, concentradíssima para assistir ao Brasil derrotar, por apenas 1 x 0, a Croácia....
Vamos ver se dessa vez esse blog não encrenca comigo e me deixa postar algumas fotos da nossa querida Mafalda e sua primeira viagem!!!!
Eu e meus dois "filhos", Moniquinha e Fernando. Reparem na casa ao fundo.... Isso sim é que é vista eterna para o mar.Fernando e sua irmãzinha, num momento fraternal...
Fazendo brincadeiras com a pequena. Só não pode dizer que é a cara do pai!!!!
- Matilda
numa das primeiras visitas de turista ao local). Infelizmente a peça – “O auto do Circo” - não era boa, longa, arrastada. O teatro é gigantesco e o sistema de captação de áudio estava péssimo e foi impossível de ouvir alguns personagens falando. Tudo bem, o lugar é muito bacana, à noite fica mais bonito ainda, mas tem que estar mais bem preparado pra receber um espetáculo. Decepcionou um pouco. E ok, o texto da peça também era ruim, então mesmo com o áudio bom não ia adiantar muita coisa. O bom é que a seleção de peças que fizemos foi melhorando a cada dia, e vimos coisas boas, como “Werther” – cujo texto é lindo demais -, “Rastro de Luz” e “Mulher Desiludida”. E como teatro combina com cerveja (ainda mais ganhando um vale cerveja por pessoa e por peça), aproveitamos para conhecer novos bares, como o Wonka Bar – com gente mais normal e um som bacana – e o Boteco de Sampa, que tem uma das cervejas mais geladas da cidade. Pelo menos saímos do eixo Batel-Centro-Água Verde e demos uma boa variada.
hosos. 

melhor. Além disso, a praia tava cheia, tava ventando, e claro, eu tava de TPM. Depois da Guarda, fomos almoçar no Bar do Arante, um dos mais famosos da ilha (já em Floripa, em Pântano do Sul). Cerveja + comida = humor melhor. E já estava querendo até sair no bloco da família do Arante. Mundo pequeno: quando voltávamos para a Pousada, lá estavam todos do Bloco do Arante e mais alguns outros pequenos blocos "desfilando" no carnaval do Campeche. Claro, que com minha cara de pau que me é peculiar, até ganhei uma camiseta do bloco!!! Acompanhamos o desfile por uns 500m e isso foi o mais perto de carnaval que chegamos...
Na segunda-feira, Moniquinha e Fernando foram para a Lagoinha do Leste e eu e Ro fomos para a Praia do Matadeiro, que fica entre a Armação e a Lagoinha do Leste. Tranqüila, sem muito sol, com águas relativamente calmas e numa temperatura ótima. Ficamos lá, até nossos filhos darem sinal de vida. Afinal, ir pra Lagoinha do Leste não é pra qualquer um. De lá, partimos para o Ostradamus, restaurante delícia em Ribeirão da Ilha. Bom demais!!!! De resto, nos divertimos como na noite anterior, Fernando bebendo Smirnoff Ice e falando besteira, Moniquinha reclamando dos jogos e escola de samba na TV.
eu pudesse, teria feito tudo diferente neste dia. Teria ouvido minha intuição, e se pudesse apagaria de vez este dia da minha vida. Calma, calma. Foi uma tragédia sim, mas tenho que fazer meu drama também, afinal, perdi uma das minhas grandes companheiras de viagem: minha Nikon N80. Se afogou... No mar do Campeche. Mas antes disso, fomos nas dunas da Joaquina. Rogerio desceu uma ribanceira de areia enorme numa prancha de sandboard, depois, claro de ficar quase meia hora pensando qual tática usar... Ele conseguiu descer quase toda, só no finzinho é que ele "capotou". Mas foi lindo!!! Depois, eu e ele descemos uma pequena. Mas subir de volta essa montanha de areia, num sol escaldante... ninguém merece. Pagamos o nosso mico diário e fomos pra Praia do Campeche, pertinho da
pousada. Sol, vento, mar agitado mas numa temperatura maravilhosa, e conchinhas, mariscos, tatuis, bichinhos e sei lá mais o quê na beira da água. Claro, depois de anos só indo a praia poluída, encontrar esses bichinhos dando mole é um prato cheio para ficarmos horas catando e vendo - que nem uns idiotas, diga-se de passagem - eles se enterrando na areia. Bom, quem avisa amigo é, e o mar até que tentou avisar: a primeira onda chegou perto. Malandros, ratos de praia, Posto 9, Ipanema... não demos a menor bola e a segunda onda não perdoou. Foi TUDO pro mar. O Fernando bem que tentou, mas quase nada se salvou e minha máquina que estava em cima da canga tomou o seu maior caldo. Chorei, mas chorei muito...
Bom, o resto do dia foi triste, mas acabei me divertindo, principalmente depois das várias tentativas de incendiarmos umas lagartas, ou sei lá que bichos eram esses, que rondavam a piscina da pousada. Sim, depois do afogamento, voltamos para a pousada porque não tinha clima pra fazer mais nada. 



Não sei o nome da menina que nos mandou as fotos, por isso nem posso dar o crédito a ela... foi mal...
Essa semana, ainda tento escrever sobre carnaval em Floripa e o curso de capacitação para voluntariado. Aliás, tenho que escrever sobre umas frases que ouvi, elas vão deixar qualquer carioca de cabelo em pé!!!!!
pulsos ou pulado da janela. Minha amiga Bia ficou 13 horas na fila pra comprar o ingresso, mas quem conseguiu mesmo foi a Helô, irmã dela, via Internet, láaaaa de Brasília. Ou seja, éramos um grupo do mais variado: Sampa, Brasília, Rio e/ou Curitiba!!!!! Antes, porém, fomos no sábado, assistir ao Fantasma da Ópera, musical igual ao da Broadway que está em cartaz no Teatro Abril. Ponto para os p
aulistas, os caras sabem fazer um espetáculo virar uma das principais atrações da cidade. O musical é show de bola, pena que nos primeiros 10 minutos eu caí no sono, graças aos 1534 chopps que tomei com o Henrique no Juarez, lá em Moema. Mas depois me recuperei e na saída fomos direto para o Da Mata. Uma mistura de bar, restaurante, loungue, com uma boate no fundo. E qual era o grupo que tocava??? O Viva a Noite, quem vê Pânico ou anda no revival dos anos 80 sabe o
que eu estou falando. É aquela galera que canta com a fantasia do Bozo e da Paquita. E claro, dançamos a beça e bebemos todas. E eu ainda saí de lá com o Henrique, nos perdemos pela cidade tentando achar a Vila Madalena e depois que achamos, ainda tomamos a saideira. Ou seja, domingo estava mais do que estragada... e as crianças me acordaram às 10h da manhã....
depois do show ter terminado. Ainda paramos numa megapadaria (que só poderia existir em Sampa) para comermos. AH! Como chegamos cedo no estádio, matamos o tempo jogando cartas!!!! hehehehehe E foi ducacete. Não dá nem pra explicar direito como foi o show, mas posso dizer que ao lado do show do Stevie Wonder, da volta dos Paralamas do Sucesso e de algum do Lenine ou Marisa Monte e uns alguns poucos outros, este foi um dos melhores shows da minha vida. Pena que, teoricamente, não poderíamos levar máquina fotográfica e cumpri a determinação. Mas triste foi ver que TODOS levaram máquinas e eu fiquei sem nenhuma fotinho do show... :-(
nante, tive forças pra enfrentar a famosa 25 de Março. Bom, quem já foi na Rua da Alfândega na 5a feira antes do carnaval ou no dia 23 de dezembro, encara sem problema algum a 25 de São Paulo. Só que a variedade de coisas é até maior e vou te dizer, em termos financeiros não achei muito diferente não. Aproveitei e comprei as fantasias das crianças e material para fazer minhas bijux. Depois aproveitei que tava pertinho e fui conhecer o Mercado Municipal. Lindíssimo e muuuito movimentado. Não tive coragem de provar o famoso sanduiche de mortannnnndela, mas comi o não menos famoso pastel de bacalhau. Delícia, viu!? Pena que o chopp era Kaiser, mas valeu.
Eu e Ro, prontos para entrarmos na cerimônia do casamento da Nanda. Me achei uma vaca com esse vestido e cabelo preso, mas foi o máximo usar chapéu. O problema foi o drama que enfrentei para chegar ao local e com isso, fiquei nervosa e mal vi
a Nanda e comecei a chorar. Aliás, chorei durante a festa inteira... Vexame... sem comentários (ok, ok, a champa ajudou e muito...). No final, alguns loucos, eu inclusive, ainda queriam tomar a saideira. Livre escolha: não fui!!! Ao lado, os homens da festa!!! Flávio mais parece um segurança de festa a fantasia....
Eu e Si Gondim, no almoço na casa do
Rafael no dia 31. Eu me acabo de rir com essa galera. Mas o melhor do dia foi a Roberta, namorada do Bigatello (meu futuro inquilino), contando sobre o amigo de pinto pequeno. Impagável!!!! Ao lado, Bruno, Cris, eu, Henrique e Ro. Grandes amigos!!!
Nandica, Strellita (com barriguinha pequena ainda) e Aninha, no dia do nosso amigo oculto. Feito sob protestos dos outros convidados que não entraram na brincadeira. Sorry, amigos, mas nesse amigo oculto, a única agregada é a Nanda!!! hehehe Talvez no próximo a gente abra para novos agregados... vamos ver. Foi na casa da Si e foi muito bom. Renatinha me tirou, pela primeira vez. Eu tirei a Nanda, acho que pela miléssima!!! 

Cris, Douglas, Baú, Manu, Tissa e eu, na noite de ano novo, no Arpoador. Fizemos uma festinha quase particular na areia da praia e conseguimos ver parte dos fogos de Copa e ao longe os da Barra. E ainda curtimos o som da festona que rolava ao lado. Foi show de bola.
Que 2006 seja tão bom quanto 2005.