quarta-feira, maio 03, 2006
Previsão do tempo
Hoje, mínima de 6°C e máxima de 16°C. A semana inteira será assim, com uma leve melhora no sábado.
Detalhe: o dia está lindo demais, sem uma única nuvenzinha no céu. Aliás, os dias de outono em Curitiba são lindíssimos (se já falei isso, não custa repetir).
PS: ainda não escolhemos o nome da nossa tartaruguinha, mas até o final da semana ela será devidamente batizada. E depois conto também como foi sua primeira viagem.
quinta-feira, abril 27, 2006
A família cresce
É com muito orgulho e felicidade que comunicamos aos amigos e queridos leitores que nossa família está crescendo!!!! Sim, finalmente, depois de uma longa espera, muitos planos, idéias, anunciamos a chegada do primeiro herdeiro ou herdeira. Estamos muito felizes e emocionados com a novidade.
Como bons pais que somos, já arrumamos até o quartinho, mas somos ainda um pouco inexperientes, por isso até agora, não conseguimos batiza-lo/a. Temos que esperar um pouco ainda para sabermos o sexo do/a pequeno/a, mas é complicado sentir seu movimento e seu crescimento e não poder chamá-lo/a pelo seu nome correto.
Por isso, contamos com a colaboração de vocês para nos ajudar a escolher o nome do nosso filho/a. Aqui vai uma foto dele/a (se o blog deixar eu postar), mas vou descrevendo um pouco com ele/a é. Pequenininha, verdinha, mas com muitos desenhos contornados em amarelo, unhas enormes, meio nervosinha e muito, mas muito gulosa (viu, igualzinha a mãe). Não entendeu??? Pensou o quê?? Que fosse um filho de verdade??? Calma, calma, uma coisa de cada vez. Se a nossa linda tartaruguinha de apenas quatro meses sobreviver, quem sabe ela não ganha um irmãozinho?!!?
Infelizmente não estamos aceitando mais sugestões (a não ser que ela seja maravilhosa), e abaixo segue a lista de opções para a escolha do nome da pequena:
- Matilda- Filomena
- Tchuca
- Mr. Eko (homenagem ao Lost)
- Margarida
- Robinho (verde e amarela, ano de Copa, entendeu??)

- Daiane dos Santos (curitibana, verde e amarela, pequenininha, saltitante, sacou?)
- D. Gigi (homenagem ao funk que o Rogério adora)
- Nicolau
- Mafalda
- D. Redonda
Chegamos a pensar em dois nomes que servem tanto para homem como para mulher, mas achamos melhor deixar quieto....
terça-feira, abril 25, 2006
Imagens do paraíso
Deve ter sido praga do Rogerio que falou: você vai parecer pedante escrevendo sobre o hotel. Blergt. Pedante nada. Nem tivemos lua-de-mel!!! Qual o problema de descrever o paraíso???? Todo mundo deveria ter a chance de conhecê-lo!!!!
Bom, pelo visto, o problema é pessoal: quem manda não escrever com frequência??? Até o blog fica rebelde...
(ok, o humor não está dos melhores. Quem sabe a TPM passando eu não volto a tentar postar alguma foto!?!?!?)
quarta-feira, abril 12, 2006
Mulher no volante, perigo constante
Alguém por acaso já conseguiu estacionar em frente a um bar lotado de gente, numa vaga que mal cabia uma agulha, de primeira e ser aplaudida pelo bar inteiro???? Bom, eu já! Mas não preciso dessas demonstrações e exibicionismo, dirijo bem e ponto final.
Mas enfim, tudo isso foi pra dizer que estava eu bem relaxada, feliz, contente, depois de um belo e prazeroso fim de semana no paraíso, procurando um posto de gasolina pelas ruas de Curitiba quando um filho da mãe resolve parar de repente e tem um velho dirigindo um Uno atrás desse primeiro filho da mãe e ainda um imbecil da pior espécie atrás de mim que acha que dá e não dá e pow!!!! Bate na minha traseira, sai correndo, me xinga e foge.... ahhhhhhh, meu amigo, você mexeu com o perigo e de boa motorista me transformei num bicho, quase uma leoa defendendo o seu filhote.
Sabe perseguição policial de filme de Hollywood???? Foi quase igual, a exceção é que nos filmes ninguém fica buzinando como uma maluca, porque o sinal fechou e essa maluca - nesse caso, euzinha mesmo - continua buzinando e avança o sinal atrás do carro do sujeito. Até que ele se deu mal e teve que parar no outro sinal. Desci do carro com os nervos a flor da pele: seu louco!!!! Gritei. Sabe o que ouvi??? “Você dirige muito mal, como você freia três vezes seguidas?????”.
Páaaaaaaaaara tudo que eu quero descer desse trem!!!!!!!!
Eu dirijo mal, o cara bate na minha traseira e reclama que eu freei três vezes???????? Ou eu volto a fazer aulas de direção ou eu me recuso a discutir com um homem desses.
PS1: o carro dele amassou bem, porque ele bateu com a lateral e destruiu o pára-choque. O nosso, só foi um arranhão, nada demais, mas ele vai pagar a tinta.
PS2: comentário do Rogerio: "se eu estivesse dirigindo, teria parado no primeiro sinal".
PS3: paramos no posto cinco minutos depois. Minhas pernas tremiam feito bambu no vento... O momento “macho pra cacete” tinha ido embora e eu só queria chorar e socar o imbecil....
A matemática perfeita
Show do Lenine, na 6a feira + teatro com Pedro Paulo Rangel (Soppa de Letra) e espumante argentino com tábua de queijos, no sábado + café da manhã na Provence (um dos melhores lugares do mundo, curitibano é bom dizer), no domingo + viagem de dois dias para Ponta dos Gachos.
Qual o resultado???
Um dos melhores finais de semana da vida!!!!!!!!!!
sexta-feira, abril 07, 2006
Marisa Monte, quanto vale??
Isso mesmo.
Acreditem se quiser!!!
A turnê nacional da Marisa Monte começa por Curitiba. Serão três noites no Teatro Guaíra, o maior e principal palco da cidade. E o ingresso da platéia custa singelos R$ 200,00. Ok, aqui já é meio tradicional algumas "promoções" onde qualquer mortal, e não apenas estudantes e aposentados, paga meia entrada ao levar um quilo de alimento (hoje vamos ao show do Lenine levando 1Kg de arroz cada um e pagando meia entrada), mas é sempre um preço mais ou menos normal. O mais caro que pagamos foi da Maria Rita, R$ 80,00 + 1kg de alimento. Mas R$ 200,00 é meio forte pra assistir a Marisa cantar canções de ninar, né não!? Tá bem, o show dela costuma a ter uma batida que o CD não tem, mesmo assim, são R$ 200,oo por cabeça. Ok, ok, mais uma chance: quem levar um livro não didático usado, paga meia. Seriam R$ 100,00 por pessoa...
Sei não, mas tô desconfiada que o departamento financeiro dessa casa não vai liberar não...
Futura ex-atriz frustrada
Quem??? Euzinha, claro!
Ora, pelotas, quem mais poderia ser!?
Um talento nato desses completamente deixado de lado...
Tá bem, tá bem, tá bem. Exagero, quer dizer, só um pouquinho de exagero. Talvez não fosse nenhuma protagonista, poderia começar com um papel pequeno, não me importaria. Afinal, eu sei que as outras também merecem ter seus dias de atriz principal.
Enfim, nenhuma coisa, nem outra, porque depois de ficar um mês esperando pela primeira aula de teatro, dias de expectativa, dias ligando para o curso pra saber quando começariam as aulas e quando elas começam, quantos alunos têm??? UM!!! EU!! Cara, como foi frustrante!! Ainda mais que tive que "encenar" algumas situações para uma platéia e-n-o-r-m-e... o professor... Sem comentários. Talvez quando voltarmos de viagem entre para a outra turma que tem meia dúzia de gatos pingados.
Pelo visto, nem pra ser ponta da novela do SBT eu vou conseguir.
PS: sem querer ser chata e metida, mas já sendo, amanhã aprenderei a fazer pão com o pão (trocadilho mais batido impossível) com o Olivier Anquier. Déborah Block e Ro que se cuidem...
quarta-feira, abril 05, 2006
Contagem regressiva
Vamos fazer um ano de casados (isso também é relativo, afinal, dividimos o mesmo teto há quatro anos) e vamos nos dar ao luxo de passar dois dias na Ponta dos Ganchos. Um resort exclussivérrimo (óbvio que essa palavra nem deve existir), antes de Florianópolis, no litoral de Santa Catarina. Depois, voltamos pra Curitiba e na quinta-feira, véspera da Semana Santa, vamos de carro, pela primeira vez, pro Rio. Rever amigos, família e curtir mais uma temporada como turistas na Cidade Maravilhosa. Vamos aproveitar um pouco mais do “verão” carioca, porque por aqui, os sinais de outono são evidentes e sair na rua sem um casaquinho na bolsa já é quase impossível.
Enquanto as férias não chegam, vou contando alguns dos acontecimentos das últimas semanas. Finalmente me chamaram pra trabalhar como voluntária no evento da ONU (Cop8 Mop3). Fiquei com um grupo bem eclético, que incluía um descendente de japonês, um empresário, um xará do Rogerio e um engenheiro também desempregado. E de uma certa forma, fomos privilegiados, porque fomos o único grupo de voluntários com direito a entrar no Plenário e a crachá VIP. Ah! Ficamos responsáveis pelos índios!! E como tem índio diferente pelo mundo... Tirando os índios sul-americanos que têm todos a mesma cara do presidente da Bolívia, os índios noruegueses parecem que saíram de uma propaganda da Benetton e os índios russos fedem mais do que os franceses. Um horror!!!! Bom, pelo menos deu pra arranhar o inglês e o espanhol e como me disse uma amiga: nada como contribuir para a Paz mundial.
Agora, as conseqüências de ficar um ano sem trabalhar são quase trágicas: acordar cedo durante uma semana foi uma das piores coisas da vida... Sem contar que meu joelho, graças a Lagoinha do Leste, foi para p beleléu de vez e agora vou ter que fazer fisioterapia, porque segundo o médico e a ressonância magnética que fiz, tenho uma “úlcera” na patela (que eu, não sei porque, insisto em chamar de palheta...). Mas a fisioterapia vai ficar para a volta das férias.
Sexta-feira passada vimos “A Era do Gelo 2” e descobri que o Fernando (nosso filho mais novo) ri tão engraçado quanto o Rogerio. Vai ser difícil ir ao cinema ver comédia com esses dois. Depois caímos, sem querer, num boteco onde o Derico, do Sexteto do Jô Soares, ia fazer um show. Ficamos, apesar de que devíamos ter perguntado o valor do couvert, foi legalzinho, mas não tenho paciência alguma pra povo mal educado e que fica falando no meio do show. Oh, raça!!!
Domingo mantivemos a mais nova tradição da cidade e fizemos um almoço aqui em casa com os cariocas de Curitiba. Dessa vez foi um festival de crepe e de Smirnoff Ice. Delícia, viu!?
PS: cheiros de outono invadem a cidade. Além do cheiro de terra molhada, durante uma semana, toda noite ia dormir com o cheiro da Dama da Noite, uma flor superultrahiper perfumada, que me lembra demais minha mãe. Eu estava parecendo o esquilo do filme “A era do gelo” quando sente o cheiro da noz, só mexendo o nariz pra sentir melhor o perfume. Delícia...
quarta-feira, março 29, 2006
Quase uma cidadã curitibana
De posse do meu cartão de usuário e depois de assistir a quatro peças (cujas críticas você pode ler e se divertir no blog do Rogério) do Festival de Teatro já estou me sentindo quase uma cidadã curitibana.
O festival impressiona mesmo. A oferta de peças e espetáculos teatrais é impressionante. Mas também é um risco, porque poucas delas entraram em cartaz e muitas companhias que vêm para o festival, provavelmente você nunca ouviu falar. A nossa grande decepção foi no dia mais esperado: o primeiro e no local que desperta a maior curiosidade, a Ópera de Arame (foto ao lado, tirada
numa das primeiras visitas de turista ao local). Infelizmente a peça – “O auto do Circo” - não era boa, longa, arrastada. O teatro é gigantesco e o sistema de captação de áudio estava péssimo e foi impossível de ouvir alguns personagens falando. Tudo bem, o lugar é muito bacana, à noite fica mais bonito ainda, mas tem que estar mais bem preparado pra receber um espetáculo. Decepcionou um pouco. E ok, o texto da peça também era ruim, então mesmo com o áudio bom não ia adiantar muita coisa. O bom é que a seleção de peças que fizemos foi melhorando a cada dia, e vimos coisas boas, como “Werther” – cujo texto é lindo demais -, “Rastro de Luz” e “Mulher Desiludida”. E como teatro combina com cerveja (ainda mais ganhando um vale cerveja por pessoa e por peça), aproveitamos para conhecer novos bares, como o Wonka Bar – com gente mais normal e um som bacana – e o Boteco de Sampa, que tem uma das cervejas mais geladas da cidade. Pelo menos saímos do eixo Batel-Centro-Água Verde e demos uma boa variada.Ah!! Antes que eu me esqueça: Feliz aniversário, Curitiba.
terça-feira, março 21, 2006
E o outono chegou
Mas vamos deixar esse papo um tanto quanto poético de lado e contar algumas coisinhas. Assim que voltamos do carnaval, recebi um e-mail da FGV falando sobre o evento da ONU que agita (??) a cidade durante esse mês de março. Fui na tal da reunião, que convidou os participantes a trabalharem como voluntários durante o evento. Pensei ser uma boa oportunidade para fazer alguma coisa e também para conhecer pessoas. Logo nessa reunião-convocação algumas coisas me deixaram bem irritadas, do tipo: “vamos fazer diferente da ECO 92, não vamos enfeitar a cidade e deixa-la bonita para turista ver”, dizia a organizadora dos voluntários. OBS: desde quando precisa enfeitar o Rio para deixa-lo bonito???? Outra: “não vamos fazer como na ECO 92 em que o governo do estado montou diversos outdoors para cobrir as favelas”. OBS: desde quando um outdoor consegue cobrir as favelas do Rio??? Mais uma: “vamos mostrar que os curitibanos são simpáticos e principalmente solidários, afinal nossa colonização é européia”. ???????????????????????????????? Juro que tive vontade de levantar e ir embora. Mas, exerci meu dever como cidadã brasileira e continuei ouvindo essas e outras baboseiras. Isso foi numa sexta-feira, e no sábado e domingo seguintes teria um curso de capacitação para os voluntários.
E lá fui eu pro tal do curso de capacitação, com os olhos inchados de tanto chorar, pois na manhã de sábado levei minha máquina para ver seu estado e o carinha foi taxativo: essa aí, já era. O curso era de uma inutilidade total, quer dizer, acho até que pra algumas pessoas pode ter servido de alguma coisa, mas ir pra lá pra ouvir a mesma coisa (incrível como a organizadora não mudou uma vírgula de suas frases imbecis) e pra saber que não se deve olhar para a mulher de um árabe...
Não contente com esse dia, ainda voltei no domingo. Tudo pelo social!!!
E de novo, coisas que a gente não consegue entender. Passo quatro horas de sábado sentada ao lado de algumas pessoas, elas são incapazes de trocar um “a” com você (mesmo você tentando puxar conversa), no dia seguinte, você encontra essas mesmas pessoas, que estão ali pelo mesmo motivo que você, elas se sentam ao seu lado e passam mais quatro horas ali e nos olham como se nunca tivessem nos visto!!!!! Juro que isso é demais para a minha cabeça tão tacanha!!!
No entanto, a gota d’água ficou por conta do tal “voluntário”, que veio de São Paulo só pra contar a sua história. O cara parecia um padre, vestido todo de preto com a camisa abotoada até em cima, magro feito um vara pau e com uma desenvoltura no palco que parecia que ele estava convocando a todos para vender produtos da Amyway. Enfim, acho que já esqueci parte do que ele falou (sim, de vez em quando é bom ter uma memória seletiva), mas o que mais me impressionou foi a seguinte frase: “ser voluntário dá dinheiro. Não me perguntem como, mas hoje, graças ao meu papel de voluntário tenho um patrimônio de mais de 10 milhões de dólares”, seguido de um sonoro “ooooohhhh”, por parte da platéia.
Peraí: voluntário + U$ 10 milhões??? Alguma coisa está fora da ordem.
Já estamos no dia 21 de março, o outono já começou, eu tive que tomar vacina tríplice viral, tirar cartão de usuário de ônibus e até agora, ninguém me chamou...
quinta-feira, março 16, 2006
Cenas do Carnaval
Então, vou postar algumas fotos que não postei no fotolog, tentando contar alguns acontecimentos.

Esta é a nossa Pousada, a Tamarindo, que fica em frente (porém um pouco longe) a Praia do Campeche ou Novo Campeche. Ficamos muito bem localizados, longe da muvuca, e perto das praias do Sul da Ilha. Além disso, o quarto era maravilhoso, com direito a uma geladeira enorme, cheia de cervejas, Smirnoff Ice, prosecco, coca-cola e água (devidamente abastecida por nós mesmo). A foto foi tirada na sala de leitura, perto de onde tomávamos o café da manhã. Aliás, que café!!! Pão caseiro todos os dias e bolos maravil
hosos. No sábado de carnaval, foi aniversário do Fernandinho e como boa mãe que sou, pedi na semana anterior, que o pessoal da Pousada preparasse uma torta ou comprasse um bolo pronto. E não é que a moça, que eu esqueci o nome e que é uma cozinheira de mão cheia, preparou esse bolo delicioso?!!?!? Gente, que coisa boa, viu?! Comemos bolo o carnaval inteiro. Mas o melhor foi o Fernando pensando se ia ou não oferecer bolo aos "rapazes" que estavam ao nosso lado... hehehehehe

No sábado, fomos para a Ilha do Campeche, conhecemos a Pedra Fincada, tomamos cervejas bem geladas e comemos um camarão delicioso. Depois, ficamos passeando pelas rochas da praia da Armação (onde se pega o barco para a Ilha do Campeche) e partimos para a Pousada, para curtir mais sol, piscina e claro, cerveja. De noite, para comemorar o aniversário do Fernando, tentamos entrar no El Divino Lounge Bar, mas o lugar era muito fenci e caro. Partimos então, para um japonês, onde, pra variar, uma das besteiras que falei foi motivo para risadas à noite inteira... sem comentários.

Domingo, partimos pra Guarda do Embaú. E vou te dizer, tava num mau humor de cão!!!! Não sei o que mais me estressou, mas o fato do Rogerio ficar escolhendo o estacionamento, acabou comigo. Pra piorar, ele escolhe o ÚNICO que cobrava R$ 10,00 e que tinha uma menina mais doida que nossos amigos freqüentadores do Posto 9. Bom, nem preciso dizer, a confusão que rolou. Esse capítulo também mereceria um post só pra ele. Pra ter uma idéia rápida do que ouvimos da pessoa em questão: "como vocês entram num lugar, sem serem convidados??" - detalhe: a porta do estacionamento estava aberta e um cartaz enorme de estacione aqui estava na mesma!!!! Enfim, não rola colocar agora todo o papo com a doida, mas depois vou tentar escrever
melhor. Além disso, a praia tava cheia, tava ventando, e claro, eu tava de TPM. Depois da Guarda, fomos almoçar no Bar do Arante, um dos mais famosos da ilha (já em Floripa, em Pântano do Sul). Cerveja + comida = humor melhor. E já estava querendo até sair no bloco da família do Arante. Mundo pequeno: quando voltávamos para a Pousada, lá estavam todos do Bloco do Arante e mais alguns outros pequenos blocos "desfilando" no carnaval do Campeche. Claro, que com minha cara de pau que me é peculiar, até ganhei uma camiseta do bloco!!! Acompanhamos o desfile por uns 500m e isso foi o mais perto de carnaval que chegamos...
Na segunda-feira, Moniquinha e Fernando foram para a Lagoinha do Leste e eu e Ro fomos para a Praia do Matadeiro, que fica entre a Armação e a Lagoinha do Leste. Tranqüila, sem muito sol, com águas relativamente calmas e numa temperatura ótima. Ficamos lá, até nossos filhos darem sinal de vida. Afinal, ir pra Lagoinha do Leste não é pra qualquer um. De lá, partimos para o Ostradamus, restaurante delícia em Ribeirão da Ilha. Bom demais!!!! De resto, nos divertimos como na noite anterior, Fernando bebendo Smirnoff Ice e falando besteira, Moniquinha reclamando dos jogos e escola de samba na TV.Tá vendo esse pontinho lá embaixo, na foto ao lado??? É o Ro!!! Mas antes de explicar, preciso dizer, se
eu pudesse, teria feito tudo diferente neste dia. Teria ouvido minha intuição, e se pudesse apagaria de vez este dia da minha vida. Calma, calma. Foi uma tragédia sim, mas tenho que fazer meu drama também, afinal, perdi uma das minhas grandes companheiras de viagem: minha Nikon N80. Se afogou... No mar do Campeche. Mas antes disso, fomos nas dunas da Joaquina. Rogerio desceu uma ribanceira de areia enorme numa prancha de sandboard, depois, claro de ficar quase meia hora pensando qual tática usar... Ele conseguiu descer quase toda, só no finzinho é que ele "capotou". Mas foi lindo!!! Depois, eu e ele descemos uma pequena. Mas subir de volta essa montanha de areia, num sol escaldante... ninguém merece. Pagamos o nosso mico diário e fomos pra Praia do Campeche, pertinho da
pousada. Sol, vento, mar agitado mas numa temperatura maravilhosa, e conchinhas, mariscos, tatuis, bichinhos e sei lá mais o quê na beira da água. Claro, depois de anos só indo a praia poluída, encontrar esses bichinhos dando mole é um prato cheio para ficarmos horas catando e vendo - que nem uns idiotas, diga-se de passagem - eles se enterrando na areia. Bom, quem avisa amigo é, e o mar até que tentou avisar: a primeira onda chegou perto. Malandros, ratos de praia, Posto 9, Ipanema... não demos a menor bola e a segunda onda não perdoou. Foi TUDO pro mar. O Fernando bem que tentou, mas quase nada se salvou e minha máquina que estava em cima da canga tomou o seu maior caldo. Chorei, mas chorei muito...
Bom, o resto do dia foi triste, mas acabei me divertindo, principalmente depois das várias tentativas de incendiarmos umas lagartas, ou sei lá que bichos eram esses, que rondavam a piscina da pousada. Sim, depois do afogamento, voltamos para a pousada porque não tinha clima pra fazer mais nada. No balanço final, o carnaval foi mais do que positivo. Fernandinho e Moniquinha são companhias maravilhosas e se comportaram direitinho. Ok, ok, eles reclamam de vez em quando, principalmente pra colocar o cinto de segurança, mas nada que umas palmadas não resolvam. O tempo ajudou bastante e como primeiro carnaval longe do Rio depois de anos, foi ótimo. E isso, vindo de alguém que adora carnaval, não é pouca coisa, não!!
domingo, março 12, 2006
Antes do carnaval
Ontem, sábado, 11 de março (ok, já eram 2h22 da manhã, então era domingo, 12 de março), depois de uma festa tosca de aniversário, mas com uma saideira bacana no Bar do Hermes (apesar da Smirnoff Ice custar R$ 7,50 e a cerveja ser Kaiser), deixei minhas companhias em suas respectivas casas/hotel e voltei pra casa (Rogerio estava no Rio).
E no caminho havia um relógio digital de rua, havia um relógio digital de rua no caminho.
13°C.
Seja bemvindo, querido outono...
quarta-feira, março 08, 2006
Algumas fotos do show




Não sei o nome da menina que nos mandou as fotos, por isso nem posso dar o crédito a ela... foi mal...
Essa semana, ainda tento escrever sobre carnaval em Floripa e o curso de capacitação para voluntariado. Aliás, tenho que escrever sobre umas frases que ouvi, elas vão deixar qualquer carioca de cabelo em pé!!!!!
sexta-feira, março 03, 2006
Cenas de São Paulo
pulsos ou pulado da janela. Minha amiga Bia ficou 13 horas na fila pra comprar o ingresso, mas quem conseguiu mesmo foi a Helô, irmã dela, via Internet, láaaaa de Brasília. Ou seja, éramos um grupo do mais variado: Sampa, Brasília, Rio e/ou Curitiba!!!!! Antes, porém, fomos no sábado, assistir ao Fantasma da Ópera, musical igual ao da Broadway que está em cartaz no Teatro Abril. Ponto para os p
aulistas, os caras sabem fazer um espetáculo virar uma das principais atrações da cidade. O musical é show de bola, pena que nos primeiros 10 minutos eu caí no sono, graças aos 1534 chopps que tomei com o Henrique no Juarez, lá em Moema. Mas depois me recuperei e na saída fomos direto para o Da Mata. Uma mistura de bar, restaurante, loungue, com uma boate no fundo. E qual era o grupo que tocava??? O Viva a Noite, quem vê Pânico ou anda no revival dos anos 80 sabe o
que eu estou falando. É aquela galera que canta com a fantasia do Bozo e da Paquita. E claro, dançamos a beça e bebemos todas. E eu ainda saí de lá com o Henrique, nos perdemos pela cidade tentando achar a Vila Madalena e depois que achamos, ainda tomamos a saideira. Ou seja, domingo estava mais do que estragada... e as crianças me acordaram às 10h da manhã....Segunda-feira foi dia do show e não enfrentamos nenhuma confusão, nenhuma fila, absolutamente nada de ruim. Bom, até o show terminar, porque só fomos conseguir um táxi pra voltar pra casa umas 2h
depois do show ter terminado. Ainda paramos numa megapadaria (que só poderia existir em Sampa) para comermos. AH! Como chegamos cedo no estádio, matamos o tempo jogando cartas!!!! hehehehehe E foi ducacete. Não dá nem pra explicar direito como foi o show, mas posso dizer que ao lado do show do Stevie Wonder, da volta dos Paralamas do Sucesso e de algum do Lenine ou Marisa Monte e uns alguns poucos outros, este foi um dos melhores shows da minha vida. Pena que, teoricamente, não poderíamos levar máquina fotográfica e cumpri a determinação. Mas triste foi ver que TODOS levaram máquinas e eu fiquei sem nenhuma fotinho do show... :-( Na terça-feira, criei coragem e mesmo depois de um show impressio
nante, tive forças pra enfrentar a famosa 25 de Março. Bom, quem já foi na Rua da Alfândega na 5a feira antes do carnaval ou no dia 23 de dezembro, encara sem problema algum a 25 de São Paulo. Só que a variedade de coisas é até maior e vou te dizer, em termos financeiros não achei muito diferente não. Aproveitei e comprei as fantasias das crianças e material para fazer minhas bijux. Depois aproveitei que tava pertinho e fui conhecer o Mercado Municipal. Lindíssimo e muuuito movimentado. Não tive coragem de provar o famoso sanduiche de mortannnnndela, mas comi o não menos famoso pastel de bacalhau. Delícia, viu!? Pena que o chopp era Kaiser, mas valeu. À noite, ainda aproveitei que as crianças tinham festinha, Patty dava aula, e encontrei com o Marcelo Lobo, amigo do Rio e que mora em Sampa. Ficamos por Vila Madalena e foi bom, colocamos a conversa em dia.
Nas fotos: Eu e Bia; eu e Josi e (tá meio escura), mas é o Bozo e a Paquita, do show que vimos no Da Mata. Pedro e Laura, no domingo de sol e chuva, ressaca, momentos antes de sairmos para dar voltas por Vila Madalena. Aliás, esqueci de dizer, no domingo ainda vimos uma tentativa paulistana de emplacar um bloco carnavalesco pelas ruas do bairro. Foi divertido, pelo menos.
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
A invasão dos bichos
Bom, o “nariz de cera” foi só pra dizer que sofremos uma certa “invasão dos bichos” aqui em casa. Primeiro, a invasão foi minha no habitat natural deles: acho que atropelei uma cobra no caminho até São Francisco do Sul. Fomos pelo caminho mais longo e pegamos uma enorme estrada de terra – muito boa, diga-se de passagem – e a cobra atravessou a pista lentamente (e ela era grande), mas não sei dizer se a atropelei ou não. No próprio hotel, ao chegarmos no restaurante quase não comemos direito, pois tínhamos que brigar com os bichinhos de luz que insistiam em tentar tomar a nossa cerveja. No quarto, mariposas e “bruxas”. E de manhã quando saíamos para o café, ficamos no dilema se abriríamos a porta ou sairíamos pela janela mesmo: um barulho estranho a nossa porta... Com muita coragem, abri a porta (colocando a Moniquinha como escudo claro – ah!! esqueci de falar, fui com a Moniquinha porque o Rogerio estava viajando pra variar...) e lá estava o pobre coitado do beija-flor preso no corredor, sem achar a saída (era só ele voar mais baixo, que ele encontrava...). E ainda vimos uns golfinhos que acompanharam a nossa balsa durante o passeio de barco que fizemos por lá.
Em seguida, a invasão foi deles. Na segunda-feira passada, eu acho, choveu muito aqui em Curitiba (como, aliás, vem acontecendo desde então, claro que a cidade não fica alagada como o Rio, mas mesmo assim é um transtorno) e acho que com a chuva, veio também um grilo que ficou preso na nossa varandinha. Eu e ele estávamos convivendo muito bem, acho que ele estava me fazendo companhia, sei lá, mas não estava me importando muito com ele ali. Ele só começava a cantar, piar, fazer barulho no final da tarde, mas era só acender a luz, que ele parava. Mas o Rogerio voltou e a implicância começou. Varanda fechada, ele no computador, bastou o bichinho começar a tagarelar e Rogerio pulou da cadeira e foi atrás dele. Não preciso dizer da luta quase inglória que foi para acharmos o dito cujo na varanda. Temos muitas plantinhas (adoro) e simplesmente tiramos TODAS do lugar para achá-lo. A novela continuou, pois não tínhamos como dar aquele peteleco e tirá-lo dali. Pula daqui, pula de lá, tira planta daqui, tira planta dali. Ok, você venceu, inseticida na mão, adeus grilo!!!!
Desde que chegamos, acho que tem bicho na nossa janela. Comprovei isso, quando vi o coco do misterioso na própria janela. De cara falei, é morcego. Mas minha faxineira disse um dia que achou o mesmo coco no quarto e que aquilo era rato. Não acreditei muito nela não, mas beleza, entrei na paranóia: temos um rato em casa. Só que todo dia à noite, um barulho do lado de fora me acordava ou nem me deixava dormir direito (ok, isso não problema, eu durmo bem pacas!!!). Na sexta-feira passada de manhã, olhei a janela e não é que o bicho estava lá?! Temos uma dessas janelas que abrem pra fora e servem como persiana, não sei explicar direito, mas enfim, o bicho estava dormindo debaixo do trilho dessa janela. Primeiro, achei que estivesse morto, liguei pro Rogério e avisei. Depois liguei de novo pra dizer: “ele tá vivo, tá mexendo as perninhas” (em pânico, pra entender). É bom dizer que o bicho em questão era mesmo um morcego que deve ter aprontado todas na noite anterior porque eram 11h da manhã e ele dormia feito um bebê. Liguei para o porteiro e ele veio aqui para tirar o bicho da janela. Depois de uma bela cabeçada no vidro e dele afirmar que o bicho estava morto, ele veio quase que correndo pra cima de mim: “tá vivo”!!!! Daaaahhhh, eu sei, né?! Te chamei aqui pra quê?? (pensei, só...). Delicadamente, o porteiro tentou tirar com o cabo de uma vassoura, a criatura de lá. E não é que ele nem se importou muito com alguém cutucando ele???? Não sei se foi medo ou se o porteiro perdeu a paciência, só sei que ele acabou esmagando o morcego contra a parede da janela e não teve dúvidas: jogou o “corpo” lá pra baixo.
E olha que pr’uma cidade cujo o maior inimigo é a tal da aranha marrom, acho que estamos bem!!! Pelo menos, esta aí ainda não apareceu (e se Deus quiser, nem vai aparecer).
quarta-feira, janeiro 25, 2006
Conversa de bêbado ou falhas na comunicação
Fui até o Champanhat ou Bigorrilho, bairro aqui perto de casa, pra comprar peças para as bijux que ando fazendo (aliás, a produção está ótima e estou cheia de peças para vender, só preciso arrumar comprador). Bom, na rua em que estava, estacionei num lugar parecido com o “vaga certa” do Rio. Não achei ninguém que, teoricamente, vende o papel para colocar no carro e fui em direção a um “guardinha” perguntar como faria.
Eu – “Parei o carro ali e preciso comprar o ticket para o estacionamento. Como faço?”
Guardinha – “Procure um agente de trânsito e compre”.
Eu – “Não estou vendo nenhum, e se não tem, como faço pra comprar?”
Guardinha – “Vá numa farmácia ou qualquer estabelecimento comercial que vende”.
Percebendo que ele anotava placas dos carros que não tinham o papel, continuei:
Eu – “Mas se eu sair daqui pra comprar o ticket, nesse meio tempo o sr. pode me multar?”
Guardinha – “Posso, mas é melhor comprar um”.
Eu – “Ok, eu vou comprar, mas como vou sair daqui pra comprar, se ao virar as costas, o sr. vai me multar”.
Guardinha – “Mas eu vou multá-la se você deixar o carro ali e não colocar o ticket”.
Eu – “Eu sei, por isso, quero saber se posso ir até ali comprar o ticket e nesse meio tempo o sr. não me multar?!”
Essa última frase foi dita pelo menos umas três vezes até ele entender que eu tinha que sair dali e comprar o ticket ao mesmo tempo em que o carro ficaria uns três minutos sem o tal ticket. Bom, passado essa fase de (des) entendimento, fui à farmácia comprar. Já na farmácia, os vendedores estranharam o fato do guardinha ter me pedido pra ir até lá comprar e avisaram que ali não tinha, mas na locadora ao lado sim. Fui até lá e encontrei o bendito ou maldito ticket (é mais barato que o “vaga certa”!!).
Ao retornar pro carro, o guardinha estava anotando num papel a placa do meu carro. E falei:
Eu – “Aqui está o ticket, não precisa me multar!”
Guardinha – “Não estou multando”
Neste meio tempo, chega outra pessoa e pede um ticket pra ele. Com a cara de espanto e chocada, perguntei:
Eu – “Mas o sr. vende o ticket!?!?!?!”
Guardinha – “Vendo, você em momento algum me perguntou se EU vendia, perguntou como proceder, eu disse, procure um agente de trânsito ou um estabelecimento comercial. Só não entendi porque você preferiu comprar na farmácia”.
Como diz o Ancelmo Góis, pano rápido. E sem comentários!!!
sexta-feira, janeiro 20, 2006
Cenas não registradas de dezembro de 2006
Ir ao Rio e não ir ao Bar do Adão é impossível. Por isso, na sexta-feira antes do Natal, deixamos de comer empadinhas de queijo para saborear os pastéis do Bar do Adão, ali mesmo no Grajaú. No meio do caminho, minha sandália arrebenta e eu volto para buscar as havainas laranjas, que “ganhei” no casamento do Rodin. Estilo mais carioca, impossível. E o que parecia ser só um choppinho meu e do Ro, acabou sendo um mega evento, com direito a muitos amigos que foram chegando aos poucos. E depois de 1h30 esperando por uma mesa - sim, para freqüentar o Bar do Adão você precisa conhecer bem os garçons pra arrumar uma mesa e nem assim, é fácil, - sentamos com Bruno, Bigatello e Roberta, Rafael, Henrique e Tony. Divertidíssimo, especialmente pelos comentários do nosso garçom, o Robinho, aquele que “pedala”.
Ir ao Rio e não ir ao BG é impossível. E não é que eu não fui... Até fui a Gávea, mas acabei almoçando com a Bia e Nanda no Guimas, antes de irmos entregar ovos nas Clarissas. Eu para agradecer a Santa Clara e a Nanda pra pedir tempo bom para o casório dela. Mas um chopp no Hipódromo ou no Braseiro, ficou faltando.
Outra cena não registrada, foi o chá de bebê da Joana, que aliás, nasceu esta semana, mas depois eu falo disso. Patrícia estava com um barrigão enorme e lindíssima. Mas a ressaca do casamento da Nanda do dia anterior me impediu completamente de curtir o dia.
Praia em Ipanema até o pôr-do-sol no Aleido e com amigos, pizza em Ipanema (não digo o lugar porque é quase crime federal!!), moqueca de camarão em Grumari, picanha fatiada na Majórica, rever a família toda no almoço de Natal, comer salpicão e o bacalhau explosivo do meu pai, etc, etc. Valeu a pena passarmos os últimos dias de 2005 no Rio. Mas acho que um ciclo se fechou. E agora, temos que seguir em frente e aproveitar mais o que Curitiba e o Paraná podem nos oferecer.
E que venha 2006!!! (nossa, como isso tá atrasado...)
quinta-feira, janeiro 12, 2006
Últimas cenas de 2005
Eu e Ro, prontos para entrarmos na cerimônia do casamento da Nanda. Me achei uma vaca com esse vestido e cabelo preso, mas foi o máximo usar chapéu. O problema foi o drama que enfrentei para chegar ao local e com isso, fiquei nervosa e mal vi
a Nanda e comecei a chorar. Aliás, chorei durante a festa inteira... Vexame... sem comentários (ok, ok, a champa ajudou e muito...). No final, alguns loucos, eu inclusive, ainda queriam tomar a saideira. Livre escolha: não fui!!! Ao lado, os homens da festa!!! Flávio mais parece um segurança de festa a fantasia....
Eu e Si Gondim, no almoço na casa do
Rafael no dia 31. Eu me acabo de rir com essa galera. Mas o melhor do dia foi a Roberta, namorada do Bigatello (meu futuro inquilino), contando sobre o amigo de pinto pequeno. Impagável!!!! Ao lado, Bruno, Cris, eu, Henrique e Ro. Grandes amigos!!!
Nandica, Strellita (com barriguinha pequena ainda) e Aninha, no dia do nosso amigo oculto. Feito sob protestos dos outros convidados que não entraram na brincadeira. Sorry, amigos, mas nesse amigo oculto, a única agregada é a Nanda!!! hehehe Talvez no próximo a gente abra para novos agregados... vamos ver. Foi na casa da Si e foi muito bom. Renatinha me tirou, pela primeira vez. Eu tirei a Nanda, acho que pela miléssima!!! 
Ro e Marco André, na feijoada divina que a mãe da Flávia preparou para a galera do trabalho do Ro. Foi divertidíssimo. Ainda mais que a mãe da Flávia é um caso a parte... Ou melhor, uma figura...

Visão do paraíso. Prainha, no caminho para Grumari. Passamos o dia na praia. Sol, mar, cervejinha gelada e no final uma moqueca de camarão, porque ninguém é de ferro. Ir ao Rio, como turista, é muito bom!!!!
Cris, Douglas, Baú, Manu, Tissa e eu, na noite de ano novo, no Arpoador. Fizemos uma festinha quase particular na areia da praia e conseguimos ver parte dos fogos de Copa e ao longe os da Barra. E ainda curtimos o som da festona que rolava ao lado. Foi show de bola.
Que 2006 seja tão bom quanto 2005.
quarta-feira, dezembro 14, 2005
Ainda cenas de novembro e algumas novidades de dezembro
- Tônico encolhe colesterol: gengibre + alho + salsa + cenoura + maçã
- Tônico para o fígado (ótimo para quem bebeu 10 dias seguidos...): dente de leão + beterraba + cenoura + maçã
- Melhor vermelho do que morto (não peguei os ingredientes, mas o nome é maravilhoso)
- Para homem nenhum botar defeito
- Usina imunológica
- Mexe fígado
- O energizador
- Enzima à beca
Fiquei com o suco de manga mesmo e estava uma delícia!!!!
De volta a Curitiba e seguimos na mesma. Quer dizer, logo de cara, duas oportunidades novas de emprego. Uma delas, com direito a dinâmica de grupo. Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaooooooo!!! Desespero e uma semana de preparação jogados por água baixo em dois minutos de apresentação. Fiasco total, um dia inteirinho de choro e mais dois dias sem sair de casa, devido ao inchaço do meu rosto. Beleza, não passei, mas em dezenas de currículos o meu foi selecionado e isso já foi uma grande vitória. A outra oportunidade não era bem assim, era apenas para fazer uma social e conhecer pessoas. Ok, muito prazer e obrigada pela disponibilidade. Seguimos em frente...
Fomos ao teatro, ver uma peça muito louca e engraçada, mais besteirol impossível. Até esqueci o nome, mas é com o Otávio Muller, Daniel Boaventura, Danton Mello, Leonardo Brício e acredite se quiser, Marcos Mion. Valeu a pena... Fomos ver também "O galinho Chicken Little" e "Harry Potter". E numa noite de muito frio, fomos assistir, pela primeira vez, a um show a Teresa Cristina: extraordinário!!!! AH!! E ainda fomos ver o Coral de crianças que todo ano agita a famosa XV de Novembro, elas cantam na sacada do Palácio Avenida, um edifício antigo, no centro histórico da cidade. Este ano, o convidado especial foi o Antônio Fagundes. Bem bacana e bem produzido, mas acima de tudo muito bem iluminado. Mas que ninguém se iluda, as crianças cantam em playback. E the last but not the least, o show do Pearl Jam, na Pedreira Paulo Leminski. Foi legalzinho, apesar de conhecer só alguns hits, de dar graças a Deus por não ser baixinha, por estar começando a me achar velha para essas aventuras e finalmente porque pararam de vender bebida as 21h30... Alguém poderia me explicar porquê?? Vai entender???
Nas últimas duas semanas, tudo girou em torno da festa oficial de final de ano da empresa que o Ro trabalha e da festa oficiosa aqui em casa. E tudo aconteceu no último final de semana. Depois de ficar horas e horas na cozinha, consegui fazer tudo e foi maravilhoso. Uma mistura de happy hour, jantar e open house com confraternização de Natal. Vieram quase todos os amigos “curiocas” ou “cariobanos” e ainda alguns agregados do Rio, que aproveitaram a deixa para não perderem a festa oficial que foi no sábado. Aqui em casa a reunião durou até bem tarde e terminou com Rogério e Fernando tentando ensaiar as músicas do coral. Devidamente tolidos: afinal, eram 3h da manhã....
Fechamos nossas comemorações em Curitiba, com a grande festa da empresa do Ro, no Castelo do Batel, uma espécie de Golden Room ou mesmo um Copacabana Palace de Curitiba: antigo e muito bonito (e exercendo o mesmo glamour que o badalado espaço carioca). Também bem produzida, mas eu diria que a logística de se alimentar 1.600 pessoas é bem complicada. Mas é um começo, ano que vem, tenho certeza que melhora. A grande atração, no entanto, era a banda surpresa, cujo sigilo era mantido a sete chaves e na bolsa de aposta estava valendo uma boa grana. Não decepcionou: Kid Abelha arrebentou!!! E ainda, como vips que somos, fomos ao camarim tirar fotos com uma melhores bandas de nossa adolescência (afinal, eu fui ao Maracanãzinho assistir ao Kid Abelha no festival Alternativa Nativa de 1988!!!!).
Bom, agora, só no Rio, galera!!! De lá, mando notícias!!!
sexta-feira, dezembro 02, 2005
Cenas de Novembro

Pra começar, os melhores personagens do ano. Janis Joplin e um hipponga pra lá de estiloso. Rogerio e Moniquinha prontos para a festa a fantasia que fomos, com os típicos trajes dos anos 70. Segundo o Ferno, impossível respeitar o chefe depois dessa!!!

Ju e Rodrigo, no almoço com a galera da Diz'ain, no Outback. Foi muito bom revê-los. Adorei como ficou a "minha" salinha!!! E essa semana ainda tive a notícia que vários contratos novos foram fechados. Parabéns galera, vocês merecem!!!

Aninha e Strellita no dia do casório. Foi ótimo, apesar dos momentos de tensão vividos por mim e pela Si. Eu preciso controlar minha boca de vez em quando pra não falar tanta besteira...
Galera toda reunida!!!! Bom estar com todos novamente. Vocês não fazem idéia de como sinto a falta de todos...
Galera do EAC reunida para mais um almoço, na casa do Paulão. Como vocês podem ver, nossa "família" está crescendo. Vem ai a Joana e já chegou o João Pedro, filho do Pedro Paulo e da Andréa, que não puderam ir, pq o pequeno estava com dias... Mas, mesmo na correria, ainda encontramos tempo para visitá-los.
Eu e Si Gondim na roni que fizemos na Lagoa, poucos dias antes da nossa volta. Dia em que dei várias bijux que fiz, vendi algumas e perdi tudo o que sobrou. Fiquei traumatizada e não voltei mais a fazer...
Tem mais fotos no fotolog: www.fotolog.net/revidal. Prometo tentar atualizar melhor ainda essa semana.






