quarta-feira, agosto 24, 2005

Morretes, capivaras, lendas e tequila – não necessariamente nesta ordem – Parte 1

Não ando com a melhor ou a maior das inspirações para escrever. Na verdade, não ando nem com o maior, nem com o melhor dos ânimos. Inspirada no blog do Ro lembro daquela música do Alceu Valença: “a solidão castiga/ a solidão devora/ é amiga das horas/ prima irmã do tempo/.... que.... no descompasso do meu coração”. É mais ou menos isso. Entendeu? Não?? Não importa. Vamos aos fatos.

Nossas idas ao Barigüi estão cada vez mais constantes. No sábado, véspera do dia dos pais, fomos de novo. Dessa vez levamos a manta, mas não o jornal. Estávamos com a máquina e assistimos a mais bola sendo jogada no lago e perdida para sempre, além da migração para o sol das capivaras. Contamos umas 13, de todos os tamanhos vindo justamente para perto de onde estávamos. E bastou elas chegarem, para todos os “turistas” migrarem também para o nosso lado. Momento registrado (para um dia mandarmos para a Cora Ronai e avisa-la de que aqui as capivaras são bem-vindas), levantamos acampamento e fomos embora. De noite, ainda tentei fazer o Rogério assistir Noviça Rebelde, que desde nossa ida a Salzburg venho pedindo para vermos juntos o filme. Ok, são três horas de muita cantoria, mas o filme é maravilhoso. E devo dizer: ele dormiu antes da família Von Trapp se apresentar no festival... :-(

No domingo, dia dos pais, Rogério foi pro Rio. Não foi a melhor de suas partidas. Devo dizer que me deixou muito mal e aproveitei o dia lindo para ir ao Barigüi (de novo!!! estava insuportável, diga-se de passagem), para andar, chorar e tomar uma cerveja, já que pela primeira vez, encontrei um ambulante vendendo pelo parque.

A semana passou sem grandes novidades, acabou a temporada de Lost e levei as bolsas das Duas Mulheres para a única loja mais moderninha da cidade. Aparentemente gostaram, mas hoje já acho que não fez tanto sucesso assim (depois explico, pq o post ta ficando enorme).

Na sexta-feira arrumamos as malas, pegamos nossas companheiras de viagem e fomos em direção a Morretes. Cidadezinha bem antiga, a uns 65 km da capital, bem pertinho do litoral. Depois de uma viagem meio ruim por conta do nevoeiro (oh praga!!), chegamos a Morretes. Ok, fomos parar no cemitério de Morretes por uma falha no mapa, mas chegamos sem fantasmas a pousada Hakuna Matata. Uma bela recepção: um jantar caseiro com arroz, feijão, batata-frita, bife e ovo frito. Delícia!!! Acertamos o passeio do dia seguinte, fomos para nossos chalés e combinamos uma partida de buraco: tô esperando Moniquinha e Flávia até agora para a partida!!!!

O post ficou gigantesco.
Amanhã termino de contar as outras histórias. ;-)
Mais fotos em: www.fotolog.net/revidal

quarta-feira, agosto 17, 2005

Da série, buscando emprego

Acabei de receber um telefonema de uma das mil empresas para as quais mandei meu currículo. Primeiro achei um milagre, porque sei que esses e-mails normalmente vão para aquela pasta "os esquecidos". Depois fiquei feliz... mas a felicidade durou pouco. Conversa vai, conversa vem (tudo pelo telefone): qual a data de nascimento (você esqueceu de colocar no cv)? você é carioca e pretende ficar muito tempo em Curitiba? Ah! Não é de passagem... Que bom!! Mas você é muito experiente, né?! Você deve ser muito boa (profissional, é claro). Não, não sou!!!! Sou totalmente inexperiente (pensei só, não falei...) Pois é, não sei se é isso que estamos procurando. Preciso fazer um teste no domingo, você vai pr'um lugar aqui perto, faz a matéria (sobre um roteiro de viagem), ganha uma ajuda de custo (sem revelar o valor, adiantou que era muito baixa pr'uma profissional do meu gabarito - risadas interiores) e a alimentação. É só um teste, viu!? E ai, dependendo de como você for, faremos uma proposta.

Ok, até aceitaria, sabendo que provavelmente a matéria seria publicicada na tal revista que eles editam e que depois eles não me contratariam, afinal sou muito experiente. Mas dessa vez não vai dar. Temos um programa por fim de semana: vamos pr'uma pousada perto de Morretes, já pagamos e depois vamos ver "A Casa dos Budas Ditosos", que também já compramos o ingresso.

Pena, uma pena. Fica pr'uma próxima, mas acho que vou modificar meu cv. Talvez fosse melhor não ser "tão experiente"...

Há nove anos somos formados em.... amigos!!!

Sei que o blog é para descrever a nossa vida em Curitiba, mas não posso deixar de registrar a data de hoje (na verdade de ontem, porque me enrolei e acabei não postando). Não sei se tenho muito o que comemorar, mas nunca a deixo passar em branco. Normalmente, nos encontramos no Baixo Gávea, eu e todas as meninas da PUC + Washington - o único homem que nos acompanha, ri, brinca, nos diverte e atura esse grupo de hormônios femininos sempre em ebulição – para celebrar a nossa formatura. Continuamos juntos, unidos, não tanto quanto na época da faculdade, mas também acho que seria pedir demais. Aquele tempo passou, muitas coisas aconteceram, caminhos paralelos e outros tão distantes fomos tomando. Só que tem uma coisa que ainda nos mantêm: a nossa amizade. Um carinho todo especial, um encontro, um amor.

Agora estou longe, mas sei que isso não vai acabar. Assim espero e assim pretendo continuar sempre homenageando meus amigos tão queridos. Aqui reproduzo algumas das mensagens que trocamos hoje e ontem, podem parecer piegas, mas todas são sinceras, de coração, e o mais importante é que nós sabemos disso:

“Meus amores,
Independente do q estejamos fazendo hj, trabalhando ou não, na área ou não.......um grande presente nós ganhamos na faculdade.......NOSSA AMIZADE. Galera.......amo todos vcs.......e agradeço todos os dias por Deus ter colocado vcs em meu caminho. Beijos, Lu “

“Parabens pra todas!! Nós somos piegas, mas também agradeço a Deus pelo nosso encontro. Vamos comemorar entao? Se A Ren estivese aqui pelo menos eu, ela, Si e Luli (nos aureos tempos) iriamos comemorar. Vamos hoje? Bg? 21h? bjs AMO VOCÊS !! Tissa”

“Helooooooo queridas maigas do coração!!!!!!!!! Parabéns p todas nós, acima de tudo por sermos quem somos... Nunca esquecerei vcs independente de qq coisa.... Estou em Brasilia na casa do meu irmão. Beijos da amiga sumida, Stella.”

“Eternas e queridas (e lindas) mulheres da minha vida,
Mais importante do que o canudo, mais importante do que a profissão e das perdas e ganhos advindas dela, foi esse encontro de almas que se deu na verdade há 13 anos. Foi olharmos uns para os outros e PIM!! Nos reconhecemos, como que seres de outro mesmo planeta e da mesma tribo, amos à primeira vista mesmo!
Passados nove anos, casamento, filho (a), viagens pelo Brasil e pelo mundo, mudança geográfica, perdas de pai, mãe, amor e cachorro; encontro novamente dos dois últimos; emprego, desemprego e troca de profissão; festas, amigos ocultos, churrascos, operação, problemas de saúde, porres e pileques... AQUI estamos!!! Mais velhos e mais felizes do que nunca.
Amo vocês, bjs Wash”

sábado, agosto 13, 2005

Sem título...

Não escrevi antes porque essa semana foi bem chata. :-/
O frio voltou, choveu bastante e o Ro não estava aqui...

Ok, teve o do show do Cake no sábado passado - só lamento Ferno, mas é preciso registrar, o show foi bom demais!!! O horário é meio esdrúxulo, com o show marcado para começar à 1h da madruga, mas pelo menos é pontual. Uma hora da manhã, o grupo californiano subia ao palco. A casa de espetáculos – Curitiba Hall – é menor do que o Canecão, com platéia e um balcão, teoricamente para vips. E de lá, um mané qualquer resolveu levar a sério uma brincadeira até sem graça do vocalista e acabou tomando uma do próprio vocalista para todo mundo ouvir. Palhaço demais. Apesar de ouvir ao vivo Never There, Perhaps (m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a) e é claro para fechar com chave de ouro I will Survive (especialmente para minha mãe), o cheiro de cigarro (tabaco mesmo, nenhum tipo de erva, entendam) foi ficando quase insuportável. Olha que eu não sou de reclamar muito. Vivi durante anos com quatro fumantes dentro de casa, teoricamente estou acostumada, mas aqui, fuma-se demais da conta... E o pavor da saída: só tem uma portinha para sair do lugar!!! Ainda bem que estávamos perto dela, mas foi me dando uma agonia... Para ir lá num próximo show é porque este será imperdível. Se não, teremos que pensar duas vezes...

No domingo, mais uma volta pelo Barigüi e, como disse a Si Gondim, já estamos nos acostumando a pegar sol como os ingleses: de roupa, sentados na grama, ouvindo música e lendo jornal. Dessa vez, esquecemos a toalha, mas vou deixar uma no carro pra não ter erro!!! Descobrimos uma padaria, quer dizer um bistrô ou alguma coisa do gênero, simplesmente maravilhosa aqui perto de casa. O lugar e a estrutura lembram uma dessas casas de cidade do interior da Itália. Bom, assim imagino que seja, porque nunca estive na Itália. Enfim, comemos sanduíches (passava das 15h e não iríamos encontrar outro lugar para almoçar), tomamos (eu) cerveja e ainda levamos um pão delicioso pra casa. E ai, no próprio domingo, Ro foi para Buenos Aires, onde ficou a semana toda... :-(

AH!!! No sábado passado ainda fomos ao Jardim Botânico ver as cerejeiras. Por causa do veranico, elas floriram antes da primavera e estavam lindas, lindas. Deu até pra tirarmos umas fotos bem legais.


Amanhã é dia dos pais e o Ro vai pro Rio, porque tem que trabalhar lá na segunda-feira. :-(
De novo serei abandonada. Pelo menos, dessa vez é por pouco tempo.


PS: minha gérbera voltou a viver. Ficou com ciúmes porque comprei outra toda florida e linda. Mas a azaléia acho que não teve jeito mesmo: morreu.... :-( Rogerio sugeriu anunciarmos a sua morte no jornal. Ainda bem que estou de bom humor, porque ele bem merecia um vaso de azaléia na cabeça pelo comentário.


sexta-feira, agosto 05, 2005

Veranico Curitibano com os dias contatos


Calor fora de época para os curitibanos é “veranico”. Ele chegou tem uns 10 dias mas já está com data para terminar. Neste período, shorts e camisetas saíram do armário e deu tempo para lavar alguns pulôveres já bem castigados pelo frio do mês passado. Ainda está sol, mas o vento meio gelado já dá o ar de sua graça e a previsão é de que chuva e frio chegue no domingo. Que pena...
:-(

Mas aproveitamos bem esses dias e no sábado mesmo fomos passear, “ressacossos” é verdade, pelo Parque Barigüi. Impossível descrever para qualquer carioca que nunca tenha passeado pela Praia do Flamengo ou ido no verão para Europa. Cheio de gente é pouco, lotado melhor dizendo. Famílias inteiras, com todo tipo de roupa e objetos. Cadeiras de praia, redes para descansar, patins, bicicletas, papagaios e pipas, milhares de carinhos de bebê. Acho que só não vimos mesmo foi barraca de praia, de resto até frescobol tinha gente jogando. Bola perdida no Rio, baixo bebê Barigüi, tudo e mais um pouco. Demos uma boa caminhada, passando pela parte mais escondida do parque, onde tem até quadra de vôlei de “praia”. Tomamos uma água de coco, vimos uma família de capivaras (acho que vou avisar a Cora Ronai que elas vieram pra cá) e como quase curitibanos que somos, nos estiramos ao sol, na grama, para curtir o finalzinho de tarde.

Aproveito para postar algumas fotos do sábado e avisar que o Rogerio ficou com inveja do blog aqui (que só eu escrevo) e resolveu criar outro pra ele. Brincadeira, o tema é música, claro, e não tem nada a ver com as nossas aventuras pelo Paraná. Acessem:
http://www.impressons.blogger.com.br/, o último post foi sobre o Aeroporto de Mosquitos. Imperdível!!!



PS: a programação do finde é Sin City hoje à noite e show do Cake amanhã. Detalhe: abertura dos portões 22h, início do show 1h da manhã. Socoooooooorrrrrrrooooo, acho que estou ficando velha...

PS2: acho que vou passar a escrever em momentos de estresse generalizado e com mais humor. Por enquanto, minhas únicas duas leitoras adoraram meu penúltimo post!!! Valeu Marina e Cris!!!

quinta-feira, julho 28, 2005

Acho que aprendi a postar fotos



Maneiro!!! Consegui!!! Bom, não vou encher o blog de fotos, mas a partir de agora vou começar a postar algumas aqui também.

Esta é a nossa varanda. Não é um latifúndio (como diria a Si Gondim) igual a que tínhamos no Recreio, mas ficou bonitinha, parecendo um jardim!! Sentar no chão para pegar um solzinho por volta do meio-dia é delicioso. Além disso, a vista é muito bonita, principalmente no pôr-do-sol.

Aliás, para ver algumas das fotos do pôr-do-sol que tirei, acesse o fotolog: www.fotolog.net/revidal.

Resposta

Depois de ficar até o final do dia esperando pelo telefonema sobre o resultado da dinâmica, decidi no dia seguinte mandar um e-mail. Ok, talvez tenha me precipitado um pouco, afinal a gerente de marketing ainda não tinha dado retorno. Beleza: ainda tenho chance, apesar das minhas respostas (vide post anterior). Mas ai, as esperanças que já eram mínimas afundaram de vez. No final da tarde, recebi o seguinte e-mail:

“Agradecemos seu interesse participando de nosso processo seletivo.
Seu perfil foi analisado e, infelizmente, face ao perfil da vaga disponível no momento, não há possibilidade de aproveitamento imediato.
Buscamos um profissional com perfil mais voltado à assessoria de imprensa e comunicação/marketing.
Porém, a partir de agora, seus dados passam a integrar nosso banco de dados de talentos. Com o crescimento e expansão da empresa, novas oportunidades certamente surgirão, ocasião em que estaremos retomando a análise de seus dados profissionais.”

Mandei esse mesmo e-mail pro Rogerio que escreveu exatamente o que eu pensei: “Bom, azar o deles, apesar de não entender muito: se você não tem perfil para isso, tem para que? Trabalhar em RH?”

Não sei se conseguiria trabalhar em RH, até porque seria contra meus princípios aplicar um teste imbecil como o que foi aplicado na dinâmica. Mas pensando bem, eu poderia ser de RH e derrubar todas essas teorias insanas de testes. De repente, poderia criar uma nova metodologia e aplicar testes do tipo: quantos saquinhos de arroz você consegue juntar ao jogar um pra cima. Pelo menos, vou saber se você teve infância ou não!!!!

PS: o final do e-mail do ro era assim: “Continuamos na luta... sem esmorecer! :)))”. Um pouco PT para os dias atuais, mas sem problemas, estamos nisso juntos mesmo!!!! ;-)

terça-feira, julho 26, 2005

Dinâmica de grupo

Acabo de chegar de uma dinâmica de grupo na tentativa de arrumar emprego como assistente de marketing para uma empresa especializada em filmes térmicos. O que quer que isso signifique. Definitivamente não fui feita para dinâmicas de grupo. Você se prepara, se arruma para se mostrar apresentável e fica numa sala com pessoas que querem o mesmo que você e que você não conhece direito. Depois de muito tempo de espera e tentativas inusitadas de ficar íntima das pessoas (tem sempre um que começa a perguntar ou a falar), entram duas pessoas que pedem que você resuma sua vida em 15 minutos. Odeio falar em público (ok, sóbria!), odeio me expor a pessoas que nunca vi na vida, quase congelei na sala gelada, atropelei as palavras e resumi minha vida profissional e pessoal em menos de 10 minutos. E o pior ainda estava por vir. Depois de ficar mais de uma hora escutando todos os candidatos (e descobrir que você é a mais velha), ainda tivemos que responder a um questionário. Nome, idade, estado civil, endereço. Até ai tudo bem. CPF, carteira da identidade, data de nascimento, ok. Agora: número da carteira de habilitação e marca do carro?? Começaram a pegar pesado. E a tendência era piorar: porque saiu do último emprego, algum motivo de insatisfação do último trabalho, o que você conhece do grupo, o que você gosta de fazer no seu lazer e perguntas sem cabimento: qual a sua religião e porque??? Como você define a sua família??? Você é empreendedora?? Você se considera persuasiva?? Nesta pergunta comecei a pensar que deveria responder algumas verdades: sim, me considero e muito, afinal, convenci o Rogerio a casar comigo. Quer melhor resposta do que essa??? Ok, mas o lado menos “empreendedor” falou mais alto e eu escrevi uma bobagem qualquer. Depois veio cite três qualidades e três defeitos que você acha que tem: qualidades nem me lembro mais quais coloquei, mas defeitos não tive dúvidas: ansiosa, falar alto e sofre durante a TPM. Ora bolas quem sou eu pra dizer os meus defeitos??? Conheço-os muito bem, obrigado e você que passe a me conhecer melhor para entendê-los. Para fechar com chave de ouro, escreva uma redação com até 20 linhas (gargalhadas) com o tema: “Se eu ganhasse um milhão de dólares eu faria....”. Parecia tema de prova de primário, mas o melhor detalhe: em Inglês. Tive vontade de escrever: desculpe, mas não me sinto inspirada para responder tal pergunta porque a hipótese d’eu ganhar um milhão de dólares é tão pequena quanto uma vaca criar asas. Pena que não sabia como escrever essa frase em inglês.

Até o presente momento não sei se passei para a segunda fase. Mantenho-os informados!!!

sexta-feira, julho 22, 2005

Previsão do tempo

Era para ter escrito na 4a feira, mas como sempre, me enrolei. Comprei o jornal (Gazeta do Povo) naquele dia e embaixo de uma linda foto do Parque Barigüi, provavelmente tirada na manhã da 3a feira anterior, vinha a seguinte legenda: “Muito frio e belas paisagens marcaram a terça-feira dos curitibanos. A cidade registrou temperatura mínima de 2,7ºC, a mais baixa do ano. A previsão do Simepar para hoje também é de fazer qualquer um tremer na capital: 1ºC. Em Palmas, o prognóstico é de –2ºC.”

Na 4a feira, realmente, fez muuuuito frio, mas mesmo assim, como no resto da semana, fui para a academia!!! YESSSSSSSSS!!!! Depois recebemos visita e aproveitamos para comer um foundue num restaurante especializado pertinho de casa. Decepção pela primeira vez: além de caríssimo, deixou muito a desejar. Pelo menos conhecemos e não recomendamos.


Hoje, já é sexta-feira e o dia estava muito feio na hora que sai de casa. Mas andando na rua, toda encasacada, comecei a morrer de calor. E não é que está quente mesmo. A previsão, segundo o jornal, é de 10º a 16ºC. E o sol voltou a brilhar.

terça-feira, julho 19, 2005

Mais um resumo: recordes, angústias, Rio de Janeiro e saudades de casa

Vou tentar resumir aqui tudo o que aconteceu nessas últimas três semanas. Era para ter atualizado antes, mas realmente ficou difícil. Até rascunhei o caderninho que sempre levo comigo, mas acho que colocar tudo que escrevi lá e mais as outras coisas que aconteceram esse texto vai virar um testamento.

Na semana do dia 25 de junho já tínhamos quebrado nossos recordes: em um mês vimos mais filmes no cinema do que provavelmente nos últimos 12 meses: Casa de Areia; Cruzada; A Queda; Star Wars - Episódio 3; Madagaskar e Batman Begins. E não foi por falta do que fazer, mas pela praticidade: cinema perto de casa, vamos a pé, do lado do trabalho do Ro e super confortável. Só notamos que os curitibanos não devem gostar muito de cinema. Com exceção de Madagaskar – divertidíssimo por sinal -, assistimos alguns filmes no dia da estréia e o cinema vazio!!! No máximo 20 pessoas na platéia em Batman Begins, um blockbuster de primeira, arrasa quarteirão. Vai entender... Por falar em Blockbuster, já somos sócios da locadora e em dois dias vimos três filmes: mais um recorde batido!!!

Mas não é só de bons roteiros que se vive a vida. Fui acordada no último domingo de junho com o telefonema do meu cunhado: meu pai passou mal e foi internado. Cenas antigas, diálogos batidos e imagens que gostaríamos de esquecer voltaram como um filme de terror. E estar longe, nessas horas, não ajuda em nada. Depois de várias horas, ele foi operado e no final das contas era apenas uma apendicite, mas até isso ser confirmado foi bem complicado... Ele teve outras complicações e descobrimos que está diabético. Bom, dos males o menor. Mas não agüentei e como não estou trabalhando, não tinha nenhum compromisso, etc, etc, e uma semana e meia depois iria mesmo para o Rio, resolvi ir logo. Ou seja, desde o dia 28 de junho até o dia 17 de julho fiquei por lá.

Rogerio só foi pra lá no dia 08, um dia antes do aniversário do meu pai. Eu já estava há 10 dias na cidade, e para dizer a verdade, a essa altura estava morrendo de saudades da minha casa, minha cama e da nossa vidinha. De qualquer maneira passamos ótimos momentos na Cidade Maravilhosa, aproveitamos o calorzinho, vimos amigos e família, matamos as saudades, colocamos as conversas em dia, passeamos muito. Foi ótimo!!

Agora, estamos de volta a Curitiba. A temperatura é impressionantemente diferente do Rio. Foi quase um choque. Rogerio tem saído para trabalhar debaixo de uns 6º e ontem ao chegar em casa – super tarde por sinal – seu rosto parecia ter saído de dentro de um balde de gelo, coitado... Enquanto isso, coloquei a casa em ordem, conversei e molhei minhas plantinhas que já estavam morrendo (acho que a gérbera não resistiu...), voltei pra academia (uhuuuu). Agora, vamos ver se engrenamos mais uma vez. Temos que tomar decisões (eu, principalmente) e seguir a vida. Ainda não sabemos quando voltamos pro Rio. Na pior das hipóteses, só em novembro para o casamento do Rodin.

OBS: as duas últimas vitórias do Flamengo foram no mesmo dia em que chegamos do Rio em Curitiba. Esperamos que ele não fique tanto tempo assim sem vencer de novo.


OBS 2: agradecimentos especiais a nossa família! Foi muito bom estar com vocês!!! ;-)

segunda-feira, julho 18, 2005

Estamos de volta

Não vou escrever muito agora, porque quero ir pra academia e tenho mil coisas para arrumar em casa. Mas vamos logo avisando que já estamos de volta a Curitiba e muito contentes em ver nossa casinha!!!

As plantas morreram um pouquinho, mas já estou cuidando delas.

Depois conto com calma tudo o que aconteceu.
Até já!!

quarta-feira, junho 22, 2005

E o inverno chegou...

... já estamos no segundo dia de inverno, já tivemos o dia e noite mais frios do ano e minhas mãos estão congelando ao digitar essas palavras!!! Tá a maior friaca!! Mas, beleza, bacana, legal... vamos nos acostumando. Já providenciei um bom estoque de sopa “com tudo dentro” e estou buscando na internet outras receitas: ervilha, caldo verde, aspargos, legumes ou qualquer outra que dê “sustanza” e um pouco mais de calorzinho. Dormimos ontem com o aquecedor e o quarto ficou uma delícia. Impossível acordar... Mas levantei da cama e estou encarando o dia com uma temperatura média de 12º C. E daqui a pouco vou pra academia!!! Quaquaquaquaquaquaqua Divertido isso, ir pra academia com este tempo, mas torçam por mim, a idéia é combater o frio aquecendo o corpo. :-)

Na sexta-feira fomos assistir a Batman. E a cena voltou a se repetir: dia de estréia de um blockbuster e o cinema as moscas, pouquíssimas pessoas na sala de exibição. Até comentei, ‘vai ver que o do shopping grandão tá cheio’, e o Rogerio disse que normalmente estão também vazios. Vai entender esses curitibanos...

No sábado fomos até feirinha de antiguidades que descobri aqui perto de casa, na Praça da Espanha. Muito simpática e pequena mesmo! Uma meia dúzia de cinco barraquinhas, mas o interessante é que tem uma biblioteca pública e eles colocam música clássica saindo das janelas da biblioteca, o que dá um toque todo especial a feirinha. Depois um sorvetinho no Freddo curitibano (ainda vou descobrir se é uma “filial” do Freddo argentino, apesar de não ter o sorvete de cereja e “almendras”), ainda fomos ao supermercado. De noite fui com a Moniquinha na Casa Cor daqui: espetacular!!! Mil ideiazinhas e o mais novo sonho de consumo: um aquecedor de banheiro que dá pra pendurar toalhas!!! Incrível!! Depois fomos a um barzinho irlandês e tomamos muuuuitas cervejas.

Domingo não fizemos muita coisa, até porque tinha aquele fiasco de jogo do Brasil. Mas demos um pulinho na Praça do Japão que é bem pertinho de casa. Aqui eles comemoram e muito as datas festivas do Japão e da colonização japonesa no país. Trajes e muitas comidinhas típicas. Tomamos um saquerinha, colocamos nossos pedidos por escritos em árvores espalhadas na praça especialmente para isso, recebemos a benção de um religioso japonês e compramos um yakisoba e voltamos pra casa. Já estou me aguardando a festa da primavera em setembro!!!

E ai chegou o inverno e vocês já sabem... Bom, vou nessa: tenho a academia me esperando!!!Beijocas e até a próxima!!

quarta-feira, junho 15, 2005

Chove chuva, chove sem parar!!

Depois de muitos dias claros, com um sol maravilhoso, a chuva chega e não está dando trégua. Acordei com um barulho infernal e o lustre do quarto chegou a balançar. Não, não era reflexo retardado do terremoto do Chile, foi apenas um raio que caiu muuuuuuito perto aqui de casa. Bom, pelo menos me acordou porque já tinha passado e muito da hora de levantar. Bom, tem muita gente agradecendo esta chuva, já que a estiagem no interior prejudicou muito a produção agrícola do estado (sim, agora temos que defender e apoiar nossa “nova terra”).

Como sempre, já tem uma semana que não escrevemos e temos muito sobre o quê escrever. Rogerio queria relatar a nossa primeira experiência com visitas X neblina, mas ele anda um tanto quanto ocupado com o novo brinquedinho dele: um ipod! Fazer o quê, né!?

Evelyn, Carlos e Thais foram nossas primeiras visitas (minha irmã, marido e filha). Na sexta fiz como manda o figurino: fui ao supermercado e ao mercado municipal abastecer a casa para o fim de semana, lavei o carro e tentei fazer reserva no Barolo, mas como eles iam chegar tarde não tinha necessidade. E sim, eles chegaram muuuuiiiito tarde. O outro morador da cidade sempre aparece à noite e de manhã cedo e é sinal de que teremos um belo dia de sol: a neblina! E com isso, ela fecha o aeroporto que fica em São José dos Pinhais, cidade próxima a Curitiba (próxima mesmo, porque é uma distância muito parecida com a Recreio-Galeão, mesmo pela Linha Amarela). Resumo da ópera: eles vieram no último vôo de São Paulo e acabaram parando em Joinville, Santa Catarina!!! Looooonnngeee, mas que de ônibus dá apenas duas horas de distância!!! Enfim, fomos busca-los na rodoviária (ué, mas eles não vieram de avião?? sim, e ônibus também) depois das 2h da madrugada. Barolo? Nem pensar!! Todos os restaurantes da cidade fecham cedo, já tínhamos pedido uma pizza e ficamos aqui mesmo, tomando vinho e colocando a conversa em dia.

No sábado tentamos acordar cedo, mas foi difícil. Arrumamos uma bela mesa de café da manhã e partimos em seguida para mostrarmos a cidade: mais para a Thais, pois Evelyn e Carlos já conheciam. Jardim Botânico, passando pelo Teatro Paiol, Santa Felicidade – decepção total, Parque Barigüi – parada estratégica para umas cervejas e frango frito, Ópera de Arame, Pedreira e Parque Tanguá. Pausa para um breve descanso e fomos tentar a sorte no Barolo... Mais uma tentativa frustrada: estava superhipermaisque lotado!!! Paramos no Donna Domni. Bonzinho...

Domingo acordamos mais cedo ainda, já que eles iam embora cedo, para evitar a possibilidade de qualquer neblina. Fomos ao Largo da Ordem, na feirinha, depois caminhamos até o Passeio Público, Teatro Guaira e Rua das Flores. Voltamos para a feirinha para outra pausa estratégica no Alemão. Voltamos pra casa e fechamos as caixas com as coisas que resolvemos mandar de volta pro Rio para a Jane dar destino: tralhas!!!

Deixamos eles no aeroporto e constatamos duas coisas: andar num via expressa a 70km/hora é irritante e dá sono; o mundo é mais que um ovo – encontramos com o Fred e a Malu que passaram o fim de semana aqui e não sabiam que morávamos em Curitiba. Uma pena!! Bom, tomara que ela passe na prova que veio fazer: mais cariocas para aquecer a cidade!!! Depois foi o tempo de voltarmos pra casa e curtirmos as últimas horas do dia dos namorados!! ;-)


PS: hoje estamos completando um mês em Curitiba.

quinta-feira, junho 09, 2005

Lar doce lar

Essa semana, voltando de mais uma compra na Tok & Stock para receber melhor nossos primeiros hóspedes, Rogério comentou que já “está se sentindo em casa”. Ele acha que já estamos devidamente integrados a cidade. Ainda tenho minhas dúvidas, mas acho que de uma certa forma ele está certo. Nossa casa está arrumadíssima, já vamos fazer compras em supermercado a pé, quase não usamos mais o mapa (bom, quando saímos perto de casa, é claro) e já voltamos a nossa pequena rotina de vida a dois. Até passamos um fim de semana sem conhecer novos lugares!!! Quer dizer, ele ainda foi pro futebol, mas eu voltei ao mercado municipal (que maravilha que é aquele lugar!!) e peguei no batente aqui em casa, porque no domingo recebemos visitas para mais um almoço – com a desculpa, óbvia, de ver o jogo do Brasil.

Este fim de semana, minha irmã, cunhado e sobrinha vêem pra cá. Serão nossos primeiros hóspedes! Vamos ver se o aquecedor agüenta tanta gente assim!

E o frio?? Bom, esse ai só tem aparecido de noite, quando a temperatura cai assustadoramente. Mas, por enquanto, estamos sobrevivendo muito bem!!! ;-)

quinta-feira, junho 02, 2005

Noticiário Esportivo

Todos os 'posts' sou eu, Renata, quem escreve. Hoje, vou deixar o Rogerio contar um pouco de nossa aventura no Maraca, ops, quer dizer, Arena.

Ontem eu e Renata fomos ver Atlético-PR x Santos na Kyocera Arena ou Joaquim Américo ou Arena da Baixada ou qualquer coisa que o valha. Lá de casa até o estádio são aproximadamente umas 6 quadras (aqui tudo se mede em quadras, já que as ruas são todas paralelas e perpendiculares umas às outras), o que dá uns 20 minutos de caminhada numa noite bem agradável, já que estava quase (eu disse quase) calor. O estádio,que fica no meio de uma zona residencial, é muito moderno, lembrando bastante estádios ingleses, com o público muito próximo do campo e cadeiras numeradas. Os bares são ótimos, vendem três tipos de cerveja (Kaiser, a favorita daqui, Skol e Bohemia) e comidas para todos os gostos, de pizza a cachorro quente (nosso conhecido Podrão, que eles aqui chamam de Laricão) e pipoca. Tudo muito bem organizado e sinalizado, dentro e fora do estádio. Mas tem uma coisa que é absurda: como é que um estádio desses não tem um placar? É incrível, não tem nem um daqueles com um moleque para trocar os números como no estádio do Olaria, nada! Ou seja, se o gol sai do outro lado e você não viu direito quem fez, só vai saber quando chegar em casa para ver o Jornal da Globo.

A torcida é um caso a parte. Não pode ter bandeira, então eles usam umas bolas para fazer a festa (é bem boiola, mas o efeito visual é bacana). Os gritos são cópias descaradas do Flamengo e do Corinthians, sendo que "Atlético", palavra proparoxítona com quatro sílabas, não ajuda em nada. E nem precisava que o estádio tivesse cadeiras numeradas, já que durante o jogo ninguém fica sentado, com a torcida incentivando o tempo todo e pedindo para os jogadores descerem o sarrafo, tipo "dá de mão", "quebra ele", "joga no alambrado", "ninguém sai vivo hoje" e o meio estranho "dá na boca". A torcida joga junto, e se não fosse o padre coxa-branca dono do colégio que faz com que o estádio não tenha um dos lados, seria realmente um caldeirão.

O jogo? Não sei se vocês viram, mas o Atlético jogou com muita raça, com um jogador a menos, injustamente expulso diga-se de passagem, desde os 25 do primeiro tempo. Com Robinho visivelmente se poupando e com um goleiro pavoroso, o Santos tentou o tempo todo jogar no contra-ataque mas o miolo de zaga do Atlético e Cocito, todos bastante violentos mas eficientes, conseguiram neutralizar as investidas. Destaques negativos para Jeancarlo, ex-Flu, e Aloisio Chulapa, ex-Fla, muito, mas muito, mas muito ruins e muito bem substituídos pelo Cabeçorrantonio Lopes.

Saímos do jogo felizes em termos dado sorte ao Furacão, mas com a certeza de que somos, acima de tudo, cariocas e flamenguistas com muito orgulho!

Inté! Abraços,
Rogerio

quarta-feira, junho 01, 2005

Arena

Esqueci de avisar: hoje vamos a Arena da Baixada ou Kyocera Arena, ou seja, no estádio do Atlético Paranaense ver Atlético X Santos, pela Copa Libertadores. Não sei se vamos levar algum cartaz, até porque a Globo não vai transmitir. Mas quem quiser nos ver, procure por dois pacotes cheios de casaco!! Amanhã escrevo nossas considerações sobre o estádio, calor humano, torcida, cerveja e comida!! Ah! Quem sabe sobre a partida...

Frio?? Onde??

Não, não estou reclamando da falta de frio. Se ele não tiver que chegar que não chegue!! Mas a verdade é que o frio que tanto falam ainda não apareceu muito não. Essa noite até dormi sem meia!!! Hehehehhehehe No entanto, temos que confessar: compramos dois aquecedores. Sim, já estamos devidamente preparados para quando o senhor frio aparecer. Até dormimos de sexta pra sábado com um deles ligado e no meio da noite já estava com calor. Isso não significa que levantei para desligar: é bom sentir calor de vez em quando...

Na sexta-feira fui caminhando até o Parque Barigüi, mais conhecido como a praia de Curitiba. A caminhada é puxada, o que não me impediu de repetir a dose no dia seguinte com o Ro. Mas definitivamente vamos fazer que nem no Rio quando íamos a Lagoa: vamos de carro, damos uma volta no laguinho do parque (sem comparações no tamanho Lagoa Rio X Parque Barigüi, por favor), paramos para uma água de coco ou sorvete ou mesmo cerveja e voltamos pra casa. Ir e voltar a pé e ainda querer dar um volta no lago é um pouco demais para o nosso preparo físico apurado...

Sábado também tivemos nossa primeira festa infantil na cidade. Aproveitamos para subir no apartamento dos donos da festa: eles moram no 27º andar e é alto pacas. Mas a vista é impressionante. Claro que não tive coragem de chegar muito perto da sacada e só de lembrar da altura, minhas mãos começam a suar, de qualquer maneira a vista é deslumbrante. Depois saímos para tomar umas cervejas, porque, por incrível que pareça, a festa de criança – que tinha mais adulto que criança, não servia cerveja!!!! Socoooooooorrrrooooo.

Domingo acordamos cedo e fomos a Feirinha no Largo da Ordem. Bom, de feirinha assim no diminutivo não tem nada. A feira é gigantesca e vende-se também de tudo. Detalhe: não é igual a feirinha de Ipanema onde 90% das pessoas que a freqüentam são turistas, aqui, a maioria é mesmo de curitibanos. Compramos só umas flores de madeira para o vaso que minha madrinha nos deu e depois paramos, claro, para umas cervejas e salsichão no Alemão da praça. O resto do dia foi futebol e Lost!


PS: ainda não lavei o carro!!

sexta-feira, maio 27, 2005

A casa já está arrumada!!

Na falta de uma agenda, vamos de blog mesmo. Pena que ainda não sei como “colar” as imagens aqui. Fernando vc está me devendo umas aulas, heim!?

Segunda-feira foi aniversário do Ro, aproveitei para conhecer o salão que faz manutenção de unha de porcelana (sim, tenho o meu lado perua bem apurado...) e ainda fiz depilação em cima de um colchão elétrico: mais um item de consumo para o inverno curitibano. Conheci também uma confeitaria onde comprei uma pequena torta para comemorar o aniversário do Ro. Senti, pela primeira vez a altura: estamos a 900m acima do nível do mar e fiquei completamente sem ar na hora de voltar pra casa. À noite, fomos com a turma do trabalho do Ro num mexicano perto de casa. E saímos pela segunda vez de carro!!! Tudo é muito perto, definitivamente... E pela primeira vez o tema central da conversa não foi a empresa (ufa!!), mas a cidade e os curitibanos. Constatação: 90% dos transferidos não voltam mais para o Rio, mesmo com todos os defeitos que uma cidade pequena tem.

Terça: choveu o dia inteiro. Choveu em 12h o mesmo que choveu no mês de maio do ano passado. Triste, triste que foi o dia e eu nem coloquei os pés pra fora de casa.

Quarta: dia bonito, porém frio. Depois de algumas arrumações fui pra rua. Caminhei um pouco pelo bairro e fiz umas descobertas interessantes. 1) peões de obra fumam maconha num cantinho da rua; 2) perto de casa, numa caminhada de menos de cinco minutos, tem uma creche/escola Dom Bosco (oba!!!! Mais um ponto a favor do baby); 3) tem uma ruazinha de casas linda aqui ao lado; 4) não tem nenhuma academia perto de casa!!! Vou virar mais vaca do que já sou!!. Sai um pouco de perto de casa e andei até o Shopping Curitiba. Passei pelo Centro Europeu, onde tem um dos melhores cursos de restauranteur e chef de cozinha do Brasil... sonho meu, sonho meu... De noite fomos ao Mustang Sally, que lembra um pouco o Joe & Leo’s, mas com comida mexicana (como gostam de mexicano aqui).

Quinta: feriado!!!! Tentei falar com a Evelyn pq era aniversário dela, mas não consegui. Além de bater roupa (acho que nunca vou conseguir diminuir a quantidade de roupa pra lavar acumulada), fomos passear em alguns parques da cidade. Verdadeiros turistas!!! Nossa “filha adotada”, Moniquinha e sua amiga Vera nos acompanharam. O dia estava lindo, mas frio. Conhecemos a Ópera de Arame, a Pedreira Paulo Leminski e o Parque Tanguá. Paramos pr’uma cerveja e fomos almoçar num dos poucos restaurantes que ficam abertos depois das 15h. Sim, teremos que nos adaptar aos horários da cidade. E ainda deu tempo de comermos a sobremesa numa pequena confeitaria que tem no Bosque do Papa. Resumo: muita comida e bebida e o resto do dia ficou para curtirmos o friozinho em casa debaixo do presente que o Ro ganhou da mãe: uma manta de pele de carneiro maravilhosa!!!

Hoje o dia está frio, mas tem um solzinho e vou pra rua ‘dicapoco’. Tenho que lavar o carro que está imundo ainda da mudança e vou aproveitar para dar mais uma caminhada pela vizinhança.

Até a próxima!

domingo, maio 22, 2005

Primeira Semana

Hoje completamos uma semana em Curitiba. A semana passou muito rápido, mas também o que trabalhamos... Quer dizer: eu em casa, arrumando tudo depois que a mudança chegou na segunda-feira, e o Ro, na empresa, trabalhando normalmente como faz todos os dias. Hoje, a casa já está com cara de casa, pregamos alguns quadros, colocamos tapetes e enfeites. Está bonitinha e bem aconchegante, mas ainda faltam alguns detalhes.

Fora as arrumações, todos os dias a noite saímos para jantar ou conhecer os bares de Curitiba. Tínhamos a companhia da carioca Flávia e da já local, Moniquinha. Ainda não sabemos quem adotou quem, mas a Moniquinha é a nossa maior companheira nessas terras. Saímos com ela todos os dias e hoje ela veio pra cá, tomar um pisco, um vinho e almoçar conosco. Só espero que ela não enjoe da gente muito rápido.

Saudades do Rio? Sempre e a todo instante. Mas o que mais me dá aperto é saber que eu posso passar a mão no telefone e ligar para a família e amigos, mas que a conta no final do mês não é de ligação local e sim interurbano.

quarta-feira, maio 11, 2005

Resumo

Acabei de escrever um post com rapidinhas dos ultimos acontecimentos e na hora de postar a conexao caiu. Vamos tentar de novo.

- ferrei ontem com o computador,
- estou no laptop que nao tem acento ou pontuacao direito,
- casamos,
- devemos as calcas pro meu pai,
- fomos a curitiba,
- alugamos apartamento no Batel,
- alugamos o ap do Recreio para outro casal,
- saiu hoje a mudanca do Rodrigo, sobrinho do Ro, que ganhou do meu pai os moveis dele que estavam aqui desde o ano passado,
- amanha os homens comecam a empacotar a casa,
- a mudanca sai na sexta-feira,
- sabado vou pra Sampa, domingo Curitiba,
- nao fui me despedir da praia no Posto 9,
- fizemos uma despedida na Cobal,
- hoje tem mais uma no BG.

De la, mando noticias, menos picotadas.
Ate breve.